Mas eu continuo odiando gente burra que se acha inteligente (aliás, continuo detestando gente), continuo com planos de escrever um livro, reiniciei meu processo de emagrecimento e engostosamento (vou trabalhar direto com a mulherada, porra! Tenho que ficar gostosão pra atrair clientes. Vara, linha e anzol.), estou pensando em como resolver a minha vida afetiva e, consequentemente, sexual (não interessa, xiu!), tenho planos de, quando recomeçar a entrar dinheiro colocar o OMEdI novamente no nível profissional que era o antigo, e pretendo voltar a ser feliz como eu era há uns 4 ou 5 anos. Realmente feliz, não simplesmente um trabalhador idiota que se entregou ao sistema e acreditou que ter dinheiro era ter felicidade. Já passei por isso, não quero – nem preciso! – mais. Vou retomar minha alma de ser humano, e voltar ao caminho de minha bem-aventurança. Desculpe a punhetagem final, mas é discurso de fim de ano, e, como todo discurso de fim de ano tem que ter promessas e punhetagens.
Bem, amanhã é 2005, mas para mim é 2003, pois pretendo apagar os dois últimos anos de minha vida. Depois de amanhã este post já terá saído daqui, e vocês estarão de novo de volta ao batente (os que trabalham, é claro, o resto é vagabundo chupim), correndo atrás dos problemas e das coisas que vocês não precisam. Mas não faz mal. O importante é estarmos vivos e termos a oportunidade de uma hora ou outra pararmos para pensar que é tudo uma merda e que o que vale mesmo são os minutos preciosos que a gente gasta quando entra no OMEdI e se desliga daquele mundo corporativo, sovina e destruidor de boa gente, que reina sem dó nem piedade lá fora.